OAB-ES participa da inauguração do 12º Cejusc, que fica no Fórum de Vitória
Foi inaugurado nesta segunda-feira (12) o 12º Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) ,o Fórum Moniz Freire, no centro de Vitória, que irá ajudar a população como mais uma via de acesso na resolução de processos. Na unidade serão realizadas sessões de conciliação e mediação processuais e pré-processuais, bem como atendimentos e orientações.
A solenidade de inauguração foi conduzida pela supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e de Solução de Conflitos (NUPEMEC), desembargadora Janete Vargas Simões, e contou com a participação do diretor do Foro de Vitória, juiz de Direito Marcelo Menezes Loureiro, e do representante da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), o diretor tesoureiro da Seccional, Giulio Cesare Imbroisi. Além das presenças do juiz Jaime Ferreira de Abreu e da procuradora de Justiça, Maria de Fátima Cabral de Sá, representando o Ministério Público Estadual.
Ao discursar, a desembargadora Janete Vargas disse que a expectativa de resultado desta nova unidade é das melhores: “Estamos cumprindo as determinações do CNJ no sentido de ampliarmos as instalações dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania. Trata-se de um novo caminhar do Direito a partir da sensibilidade do Poder Judiciário, do Ministério Público e da advocacia no sentido de encontrarmos métodos mais adequados para as soluções dos conflitos. É um trabalho de unir forças em prol da cidadania e do cidadão no sentido de que eles mesmos, as partes, possam encontrar a melhor solução para os seus conflitos. Ouvir, dialogar, saber escutar é o nosso papel”, disse ela.
Na solenidade, Giulio Imbroisi falou representando a Ordem, e comentou sobre a inauguração da 12ª CEJUSC: “A OAB-ES acompanha de perto essa brilhante gestão da desembargadora Janete Vargas Simões, que coordena a instalação desses centros avançados de conciliação, e aqui no 12º, contando com a ajuda especial do Dr. Marcelo Loureiro, na direção do Foro. A Ordem entende que esta é uma forma de aproximar o cidadão do Judiciário na busca de solução de conflitos. Este é um instrumento que o próprio CNJ tem incentivado, de forma muito contundente, com a instalação destas unidades mais confortáveis e com um aspecto mais harmonioso. O que observamos é que o espaço contemplou muito fielmente esta harmonia, fazendo com que haja um clima ameno, facilitando a solução dos conflitos. Aqui, no Foro de Vitória, eles conseguiram achar este espaço e organizá-lo com instalações confortáveis para atender as demandas levando em consideração a Política Judiciária Nacional de Tratamento Adequado dos Conflitos de Interesses no âmbito do Poder Judiciário, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ”.

