LI E RECOMENDO: Rodrigo Sanz Martins indica Justiça – O que é fazer a coisa certa
Rodrigo Sanz Martins, diretor da Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (ESA/OAB-ES), indica aos colegas a leitura da obra "Justiça - O que é fazer a coisa certa", do professor Michael J. Sandel,da Universidade de Harvard.
Rodrigo Martins afirma: “A importância da obra se dá em virtude da instigante análise de questões hodiernas de ordem jurídica, política e moral, sob a ótica de teorias filosóficas de pensadores como John Rawls, Immanuel Kant, Jeremy Bentham, John Stuart Mill e Aristóteles. Com adoção de interessantes exemplos, o autor explora distintas ideias sobre a justiça, invocando uma reflexão sobre solidariedade, liberdade e moralidade nas relações jurídicas atuais. Para nós, advogados, sua leitura é uma grande contribuição para o exercício da retórica e da argumentação racional, mesmo diante de temas complexos que permitem mais de uma interpretação.”
Título: "JUSTIÇA - O que é fazer a coisa certa".
Autor: Michael J. Sandel.
Editora: Civilização Brasileira
Número de páginas: 349
Resumo
O curso “Justiça” de Michael J.Sandel é um dos mais populares e influentes na Universidade de Harvard. Justiça oferece aos leitores a mesma jornada empolgante que atrai os alunos de Harvard. Este livro é uma exploração investigativa e lírica do significado de justiça que convida os leitores de todas as doutrinas políticas a considerar as controvérsias familiares de maneira nova e iluminada. Ação afirmativa, casamento entre pessoas do mesmo sexo, suicídio assistido, aborto, serviço militar, patriotismo e protesto, os limites morais dos mercados — Sandel dramatiza o desafio de meditar sobre esses conflitos e mostra como uma abordagem mais firme da filosofia pode nos ajudar a entender a política, a moralidade e também nossas convicções. Justiça tem vida, provoca o raciocínio e é sábio — uma nova e essencial contribuição para a pequena prateleira dos livros que abordam, de forma convincente, as questões mais difíceis da nossa vida cívica.

