Homero Mafra recebe deputados estaduais na OAB-ES

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), Homero Junger Mafra, recebeu em seu gabinete, na tarde desta terça-feira (20), os deputados estaduais Da Vitória e Gilsinho Lopes. Na pauta a próxima legislatura da Assembleia Legislativa Estadual e a eleição da Mesa Diretora.
“Recebo esta visita como uma prova de respeito à Ordem, que já demonstrou, no curso desta administração e em episódios recentes da Assembleia que se coloca à disposição do povo capixaba”, afirmou Homero Mafra. “A Ordem não tem partido, a Ordem tem a vocação da defesa dos seus valores fundamentais. A Ordem sempre enfatizou a necessidade da independência e da harmonia entre os poderes”, disse.
O presidente da Seccional acrescentou: “O sistema democrático se funda neste sistema de peso e contrapeso. Não interessa para a sociedade democrática um Judiciário excessivamente forte, um Parlamento exacerbado ou um Executivo com super-poderes. O sistema de equilíbrio é que dá a forma à democracia como a gente pensa.”
“A Ordem pede e espera que os deputados façam o que for melhor para o Espírito Santo, elegendo quem eles acham que devam eleger, mas a transparência e independência dos poderes são bandeiras fundamentais e que todos devem abraçar.”
Sobre a visita, avaliou o deputado Da Vitória: “A liderança do Dr. Homero está comparada à importância da Ordem dos Advogados do Brasil. A receptividade que tivemos aqui mostra que estamos muito amparados sob a sua Presidência. A OAB é uma instituição importante, que defende os anseios do cidadão, e recebe os legítimos representantes da sociedade nesta nova legislatura.”
O parlamentar afirmou ainda: “Estamos apresentando uma carta aberta à sociedade, que estabelece normas e princípios para que tenhamos uma melhor gestão na Assembleia Legislativa, com avanços, para a sociedade participar com sugestões. Hoje foi um dia positivo, pois não se administra uma Casa que tem como referência ser a casa do cidadão capixaba sem que a OAB, o Tribunal de Justiça e tantas outras instituições participem, não só acompanhando as nossas ações, mas também opinando.”
