Homero Mafra faz apelo a prefeito de Vitória para que diálogo com professores em greve seja retomado
Após receber, na tarde desta segunda-feira (23), dois representantes do Fórum de Diretores de Escolas do município de Vitória, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), Homero Mafra, fez um apelo ao prefeito da Capital, Luciano Rezende, para que retome o diálogo com a categoria, em greve desde o último dia 26. Os professores reivindicam, entre outros pontos, a reposição de perdas salarias dos últimos quatro anos e a implantação efetiva do Plano de Cargos e Salários do Magistério.
Os representantes do Fórum de Diretores, Juvercy Fonseca Bitencourt e Kleynayber Jesus de Souza, afirmam que o prefeito se recusa a negociar com a categoria. Os diretores dizem, ainda, que o corte de ponto dos grevistas, realizado pelo município nesta segunda-feira, atingiu inclusive profissionais que não participaram da paralisação, e outros que estavam de férias. Na última sexta-feira (20), o município publicou nota no Diário Oficial conclamando os professores em greve a retornarem às suas atividades, sob pena de instauração de processo administrativo, que pode chegar à demissão. Na mesma edição do Diário Oficial, a PMV abriu processo seletivo emergencial para a contratação de professores, o que foi visto pela categoria como uma ameaça.
Para Homero Mafra, o melhor caminho é o diálogo. "Em uma gestão democrática não há lugar para a truculência e as ameaças, que são típicas de um sistema autoritário", disse o presidente da OAB-ES, observando que é fundamental dar à Educação a importância que o tema merece. "Pensar o aprofundamento da democracia no País passa por valorizar a Educação", salientou, ressaltando que a ausência de diálogo "é postura autoritária, incompatível com uma gestão moderna". Homero Mafra lembrou, ainda, que um gestor deve estar preparado para receber críticas. E que, se os pleitos dos professores não puderem ser atendidos, a prefeitura deve, por meio do diálogo, mostrar os seus motivos ao magistério.
Os representantes do Fórum de Diretores, Juvercy Fonseca Bitencourt e Kleynayber Jesus de Souza, afirmam que o prefeito se recusa a negociar com a categoria. Os diretores dizem, ainda, que o corte de ponto dos grevistas, realizado pelo município nesta segunda-feira, atingiu inclusive profissionais que não participaram da paralisação, e outros que estavam de férias. Na última sexta-feira (20), o município publicou nota no Diário Oficial conclamando os professores em greve a retornarem às suas atividades, sob pena de instauração de processo administrativo, que pode chegar à demissão. Na mesma edição do Diário Oficial, a PMV abriu processo seletivo emergencial para a contratação de professores, o que foi visto pela categoria como uma ameaça.
Para Homero Mafra, o melhor caminho é o diálogo. "Em uma gestão democrática não há lugar para a truculência e as ameaças, que são típicas de um sistema autoritário", disse o presidente da OAB-ES, observando que é fundamental dar à Educação a importância que o tema merece. "Pensar o aprofundamento da democracia no País passa por valorizar a Educação", salientou, ressaltando que a ausência de diálogo "é postura autoritária, incompatível com uma gestão moderna". Homero Mafra lembrou, ainda, que um gestor deve estar preparado para receber críticas. E que, se os pleitos dos professores não puderem ser atendidos, a prefeitura deve, por meio do diálogo, mostrar os seus motivos ao magistério.

