Nomeação
Conselheiro da OAB-ES é nomeado presidente da Comissão Nacional de Direito Imobiliário
O advogado e Conselheiro Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Espírito Santo (OAB-ES), Alencar Macedo Ferrugini, foi nomeado presidente da Comissão Nacional de Direito Imobiliário da OAB Nacional.
Alencar Ferrugini ressalta que a nomeação é de extrema importância, não somente para a advocacia do setor imobiliário, quanto para toda a classe do Espírito Santo. “Pela primeira vez um capixaba foi eleito presidente dessa Comissão, demonstrando o forte laço e a competência da gestão do presidente José Carlos Rizk Filho, abrindo sempre possibilidades para advogados e advogadas no Estado”, explica.
O novo presidente, Alencar Ferrugini, afirma, ainda, que essa Comissão é muito importante porque o setor imobiliário movimenta milhões de reais e ressalta. “Não se trata meramente de situação financeira, mas também de questões sociais. O Direito Imobiliário está no dia a dia das pessoas que procuram residências para morar, ou pontos comerciais para desenvolver seu negócio. É o espaço que utilizamos, seja para dormir, trabalhar, alimentar, se divertir”, ressalta.
Segundo Alencar Ferrugini o que ele pretende estando à frente da Comissão, em primeiro lugar, é lutar por um espaço melhor para a advocacia que atua no setor. “A advocacia do setor imobiliário precisa ser melhor enxergada, a própria OAB precisa ser vista como participe no setor, temos um enorme potencial. Precisamos mostrar à sociedade a importância da advocacia e que existe um profissional dedicado trabalhando. Até hoje não existem cadeiras nas faculdades de Direito Imobiliário”, o advogado para se especializar em direito imobiliário precisa de anos de trabalho e estudo, alerta.
Já a segunda questão é que o Direito Imobiliário tem muito a ver com o social, com a população, com a cidadania. “A dignidade de qualquer pessoa envolve a moradia e trabalho, o que é previsto na Constituição Federal. E se a OAB puder lutar pela melhoria da sociedade, o que inclui uma “casa” e um emprego, a gente vai lutar por meio da Comissão do Direito Imobiliário. Quando se desburocratiza o sistema, automaticamente você incentiva as construtoras a investirem mais no país, o que consequentemente vai gerar mais empregos, mais circulação financeira, pois oportunidades das pessoas terem seu próprio lar. O Direito Imobiliário tem potencial e atinge todas as áreas, setores do empresariado e classes sociais”, conclui.
Alencar Ferrugini ressalta que a nomeação é de extrema importância, não somente para a advocacia do setor imobiliário, quanto para toda a classe do Espírito Santo. “Pela primeira vez um capixaba foi eleito presidente dessa Comissão, demonstrando o forte laço e a competência da gestão do presidente José Carlos Rizk Filho, abrindo sempre possibilidades para advogados e advogadas no Estado”, explica.
O novo presidente, Alencar Ferrugini, afirma, ainda, que essa Comissão é muito importante porque o setor imobiliário movimenta milhões de reais e ressalta. “Não se trata meramente de situação financeira, mas também de questões sociais. O Direito Imobiliário está no dia a dia das pessoas que procuram residências para morar, ou pontos comerciais para desenvolver seu negócio. É o espaço que utilizamos, seja para dormir, trabalhar, alimentar, se divertir”, ressalta.
Segundo Alencar Ferrugini o que ele pretende estando à frente da Comissão, em primeiro lugar, é lutar por um espaço melhor para a advocacia que atua no setor. “A advocacia do setor imobiliário precisa ser melhor enxergada, a própria OAB precisa ser vista como participe no setor, temos um enorme potencial. Precisamos mostrar à sociedade a importância da advocacia e que existe um profissional dedicado trabalhando. Até hoje não existem cadeiras nas faculdades de Direito Imobiliário”, o advogado para se especializar em direito imobiliário precisa de anos de trabalho e estudo, alerta.
Já a segunda questão é que o Direito Imobiliário tem muito a ver com o social, com a população, com a cidadania. “A dignidade de qualquer pessoa envolve a moradia e trabalho, o que é previsto na Constituição Federal. E se a OAB puder lutar pela melhoria da sociedade, o que inclui uma “casa” e um emprego, a gente vai lutar por meio da Comissão do Direito Imobiliário. Quando se desburocratiza o sistema, automaticamente você incentiva as construtoras a investirem mais no país, o que consequentemente vai gerar mais empregos, mais circulação financeira, pois oportunidades das pessoas terem seu próprio lar. O Direito Imobiliário tem potencial e atinge todas as áreas, setores do empresariado e classes sociais”, conclui.

