Conferência: Advogados e estudantes dançam e cantam ao som da Banda de Congo da Serra



Iaiá, você vai à Penha?

Me leva, oi! Me leva!


Quando os congueiros da Serra entoaram os primeiros versos da cantiga folclórica capixaba e iniciaram um cortejo entre os estandes da XXII Conferência Nacional dos Advogados, nesta última quarta-feira (22), o público que circulava por esta área do evento parou para admirar a genuína manifestação dos devotos de São Benedito. Celulares em punho, advogados, estudantes e quem mais estava por lá, filmou, fotografou, aplaudiu, cantou e dançou ao som das casacas e tambores do congo.


A apresentação na conferência foi possível graças a uma parceria com a Associação das Bandas de Congo da Serra e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), que, pela primeira vez, montou um estande na conferência.

O cortejo seguiu até o espaço capixaba e ali permaneceu atraindo as pessoas para ouvir outras canções, como a tradicional toada Madalena, em sua versão original.

A celebração da riqueza cultural capixaba ficou completa, já que na recepção aos que visitaram o estande, a Seccional serviu os produtos do nosso agroturismo, como queijos, biscoitos caseiros, socol, conservas, nosso bombom Garoto e as cachaças Santa Terezinha e Cachoeira da Onça.

Nas tevês de tela plana, imagens institucionais das belezas das nossas regiões, em um vídeo cedido pela Secretaria de Estado do Turismo, e, ainda, registros das inúmeras ações que a OAB-ES tem realizado nos últimos cinco anos, como os eventos nacionais aqui sediados, reuniões do Conselho Seccional, do Colégio de Presidentes de Subseções, das diversas comissões, manifestos em defesa das prerrogativas profissionais, cursos de preparação para peticionamento eletrônico, mutirões de certificação digital, transmissão de cursos telepresenciais, entre tantos outros.

O coordenador da banda de cCongo, Felipe da Vitória Correa, disse que ele e todos os integrantes ficaram muito entusiasmados com a apresentação em um evento da magnitude da conferência. “Isso engrandece nossa cultura. Estamos aqui fazendo uma festa e mostrando a felicidade do nosso povo e as raízes através do congo.”

A estudante de direito, Rosangela Marcos, do Rio de Janeiro, comentou: “Estou encantada. Adorei." Já o advogado capixaba, atuante em Colatina, Rafael Zorzanelli, estava assistindo até que ouviu os tambores do congo. “Gostei muito. Quis prestigiar assim que ouvi os batuques no saguão. Realmente precisamos mostrar a cultura do nosso Estado, que marca presença por onde passa.” 

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