Comissões da OAB-ES falam de feminicídio para alunos de ensino médio
O feminicídio foi a pauta desta segunda-feira (11) na Escola Estadual Irmã Maria Horta com as comissões de Direitos Humanos e da Mulher Advogada da OAB-ES. O assunto foi discutido com uma fala mais acessível e informativa para o bom entendimento dos estudantes de 12 a 19 anos.
De acordo com a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Seccional, Talita Camisão Pereira, o objetivo foi mostrar aos alunos casos práticos para que saibam a importância de se identificar o feminicídio e aprender quais são os possíveis indícios que podem ocorrer no feminicídio.
“Falamos sobre a Lei 13.104/2015, acrescentada no Artigo 121 do Código Penal, sobre o conceito de feminicídio, como é a pena e o regime. Além de mostrar que existem hoje canais de denúncia”, afirmou Talita.
Para a advogada, “falar para esses adolescentes é saber que nossa classe faz a diferença na vida deles. É entender claramente que estão efetivamente interessados no assunto. Ver que poderemos mudar a realidade de algumas famílias, já me faz ter a sensação de dever cumprido. ”
A Comissão da Mulher Advogada, representada pela advogada Lorena Gaudio, se sente agradecida pela oportunidade de estar junto da sociedade. “Esse é o papel da Ordem, porque nenhuma página da história do Brasil foi escrita sem a caneta da OAB e é com muito orgulho que participamos desse momento de informação e cidadania”, frisou Lorena.
De acordo com a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Seccional, Talita Camisão Pereira, o objetivo foi mostrar aos alunos casos práticos para que saibam a importância de se identificar o feminicídio e aprender quais são os possíveis indícios que podem ocorrer no feminicídio.
“Falamos sobre a Lei 13.104/2015, acrescentada no Artigo 121 do Código Penal, sobre o conceito de feminicídio, como é a pena e o regime. Além de mostrar que existem hoje canais de denúncia”, afirmou Talita.
Para a advogada, “falar para esses adolescentes é saber que nossa classe faz a diferença na vida deles. É entender claramente que estão efetivamente interessados no assunto. Ver que poderemos mudar a realidade de algumas famílias, já me faz ter a sensação de dever cumprido. ”
A Comissão da Mulher Advogada, representada pela advogada Lorena Gaudio, se sente agradecida pela oportunidade de estar junto da sociedade. “Esse é o papel da Ordem, porque nenhuma página da história do Brasil foi escrita sem a caneta da OAB e é com muito orgulho que participamos desse momento de informação e cidadania”, frisou Lorena.

