Comissão de Relacionamento com as Subseções realiza primeira reunião do ano



A Comissão de Relacionamento com as Subseções da Ordem dos Advogados do Brasil – seção do Espírito Santo (OAB-ES) realizou, nesta sexta-feira (22), sua primeira reunião nesta nova gestão. A reunião foi presidida pelo conselheiro Francisco Guilherme Maria Apolônio Cometti. O presidente da Seccional, Homero Junger Mafra, também falou aos presidentes de Subseção presentes - Alécio Jocimar Fávaro (Ibiraçu), Aurélio Fábio N. da Silva (Guaçuí), Celso Piantavinha Barreto (Alegre), Fernando Brasil Oliveira (São Mateus), Jedson Marchesi Maioli (Guarapari), Leonardo Guimarães (Nova Venécia), Martiniano Lintz Junior (Colatina), Oswaldo Ambrózio Junior (Linhares), Ricardo Ferreira P. Holzmeister (Vila Velha), Robson Louzada Teixeira (Cachoeiro de Itapemirim) e Wellington Ribeiro Vieira (Aracruz). 

Em seu pronunciamento, Homero Junger Mafra destacou: Esta gestão terá como marco a participação e que os presidentes de Subseções são os responsáveis por transmitirem os anseios dos advogados que atuam no interior.  “Podem contar que aquilo que for feito no Conselho Federal em termos de gestão participativa, nós vamos reproduzir aqui no Estado”, afirmou.

“Nós queremos dar uma dinâmica nova na Comissão, que vai reunir todas as informações repassadas pelas Subseções e que serão repassadas à Diretoria da Seccional, para que possam ser adotadas soluções necessárias para atender a advocacia como um todo para o Estado”, afirmou Apolônio Cometti. 

Ele acrescentou que hoje as principais reivindicações apresentadas estão relacionadas a melhorias que precisam ser feitas no Judiciário. “É difícil resolver certas questões rapidamente. Há muito tempo estamos lutando para melhorar o atendimento no interior, mas sabemos que é processo de longo prazo. Queremos trazer aqui o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, o desembargador Pedro Valls Feu Rosa. Se conseguirmos, isso será importante porque os presidentes de Subseções vão poder apresentar diretamente suas reivindicações. O presidente do Tribunal pode se sensibilizar e dar prioridade a essas questões, atendendo aos anseios não só dos advogados, mas dos jurisdicionados em geral”, disse.

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