Auditório lotado em reflexão sobre a luta das mulheres por igualdade no Cine OAB
A importância do voto feminino e da participação da mulher na política, além de formas de reduzir a desigualdade de gênero, estiveram em debate em mais uma edição do Cine OAB, nesta quarta-feira (11). Para comemorar o Mês da Mulher, o fime escolhido foi "As Sufragistas". Baseado em fatos reais, a obra conta a história do início da luta do movimento feminista e os métodos incomuns de batalha das mulheres que enfrentaram seus limites pela causa e desafiaram o Estado opressor, na luta para obter o direito ao voto.
O auditório da OAB-ES ficou completamente lotado. O evento é uma realização da Comissão de Ensino Jurídico, e teve, nesta edição, a participação da Comissão da Mulher Advogada. Estiveram presentes a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES, Flávia Murad, e a advogada membro da Comissão da Mulher, Leila Imbroisi.
Palestrante convidada, a vice-reitora da UFES e membro do Laboratório de Pesquisa sobre a Violência Contra a Mulher no ES – LAPVIM, Ethel Maciel, destacou que o filme retrada a primeira onda do feminismo e os primórdios da luta das mulheres em busca de igualdade. "As mulheres não tinham nenhum direito, e a luta dessas mulheres é um marco para todos nós. Hoje nós estamos aqui exercendo os nossos direitos graças a elas", ressaltou.
Ethel Maciel lembrou que de lá para cá foi um longo caminho, que ainda estpa sendo trilhado. "Apesar de termos conseguido muitas vitórias, as nossas conquistas são muito recentes. Se pensarmos que no Brasil, por exemplo, só em 1962 passamos a ter direito ao CPF, ou que tínhamos que ter permissão do marido para trabalhar, entendemos porque a sociedade ainda nos vê como propriedade do homem", avaliou, observando que isso se reflete nos casos de violência contra a mulher e no feminicídio, tão frequentes no nosso Estado.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da UFES e membro do Laboratório de Pesquisa sobre a Violência Contra a Mulher no ES – LAPVIM, Brunela Vicenzi, o filme traz também uma reflexão sobre o valor do voto. "O filme retrata uma luta, e temos que saber da importância dessa luta. Hoje talvez a gente não perceba o poder do voto e não lembre que muitas pessoas perderam até a vida por isso. Ao votar, é importante pensarmos no que isso representa", disse.
Nesse contexto, ela ressalta que é fundamental lembrar que o voto tem dois lados, o de votar e ser votado, e que, por isso, devemos pensar em apoiar a candidatura de mulheres e trabalhar para que elas obtenham maior representatividade na política, hoje dominada pelos homens.
O auditório da OAB-ES ficou completamente lotado. O evento é uma realização da Comissão de Ensino Jurídico, e teve, nesta edição, a participação da Comissão da Mulher Advogada. Estiveram presentes a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES, Flávia Murad, e a advogada membro da Comissão da Mulher, Leila Imbroisi.
Palestrante convidada, a vice-reitora da UFES e membro do Laboratório de Pesquisa sobre a Violência Contra a Mulher no ES – LAPVIM, Ethel Maciel, destacou que o filme retrada a primeira onda do feminismo e os primórdios da luta das mulheres em busca de igualdade. "As mulheres não tinham nenhum direito, e a luta dessas mulheres é um marco para todos nós. Hoje nós estamos aqui exercendo os nossos direitos graças a elas", ressaltou.
Ethel Maciel lembrou que de lá para cá foi um longo caminho, que ainda estpa sendo trilhado. "Apesar de termos conseguido muitas vitórias, as nossas conquistas são muito recentes. Se pensarmos que no Brasil, por exemplo, só em 1962 passamos a ter direito ao CPF, ou que tínhamos que ter permissão do marido para trabalhar, entendemos porque a sociedade ainda nos vê como propriedade do homem", avaliou, observando que isso se reflete nos casos de violência contra a mulher e no feminicídio, tão frequentes no nosso Estado.
Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da UFES e membro do Laboratório de Pesquisa sobre a Violência Contra a Mulher no ES – LAPVIM, Brunela Vicenzi, o filme traz também uma reflexão sobre o valor do voto. "O filme retrata uma luta, e temos que saber da importância dessa luta. Hoje talvez a gente não perceba o poder do voto e não lembre que muitas pessoas perderam até a vida por isso. Ao votar, é importante pensarmos no que isso representa", disse.
Nesse contexto, ela ressalta que é fundamental lembrar que o voto tem dois lados, o de votar e ser votado, e que, por isso, devemos pensar em apoiar a candidatura de mulheres e trabalhar para que elas obtenham maior representatividade na política, hoje dominada pelos homens.

