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Publicado em 17 de Dezembro de 2010 • 15:52
Ele lamentou o fato: "Há uma campanha sincronizada de alguns setores políticos e até do judiciário para acabar com Exame de Ordem, mas isso seria um lamentável retrocesso para os operadores do Direito."
A presidente da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem, Alessandra Lignani de Miranda Starling e Albuquerque, por sua vez, enfatizou a importância da prova. "Concordo plenamente com Ophir, pois o Exame de Ordem é necessário para manter a comprovação da qualidade do ensino jurídico.", disse.
Alessandra Albuquerque lembra que o estudante bem preparado sempre tem um bom resultado no exame. "As instituições de ensino que primam por qualidade não têm que se preocupar com o Exame de Ordem, uma vez que o estudante de direito que realmente se dedica, estuda, sai preparado e tem um resultado positivo. Eu realmente concordo com o posicionamento do presidente Ophir e acredito que decisões desse tipo são contrárias à realidade do ensino jurídico no Brasil. Até mesmo pela quantidade de faculdades de direito no país, principalmente, porque muitas delas não estão preocupadas com a qualidade do ensino, e sim, com a mercantilização deste", afirmou.
17/12/2010
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