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Publicado em 27 de Agosto de 2009 • 17:30
Vitória, 27/08/2009 - "É uma informação injusta e que generaliza e criminaliza a advocacia sem prova específica". Com essa afirmação o presidente da OAB-ES, Antonio Augusto Genelhu Junior, declarou ontem(26), durante reunião do Conselho Seccional, que a entidade vai entrar com representação civil e penal contra a declaração da procuradora federal, Luciana Furtado de Moraes, responsável pelos pedidos de prisão da Operação Duty Free.
Em um dos trechos do documento, a procuradora diz que "os projetos ilícitos contam sempre com a participação de advogados, contadores e empresários especializados em inúmeras fraudes que maquiam toda a farsa de forma que os principais atores não apareçam".
Genelhu também ressaltou que a citação "é uma tentativa de desmoronar o poderio do advogado que também indispensável à administração da Justiça".
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