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Publicado em 27 de Dezembro de 2013 • 14:01

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção do Espírito Santo (OAB-ES) cumpriu seu papel de defender as garantias individuais e evitar qualquer violação de direitos humanos durante os protestos de junho.
As manifestações realizadas em Vitória foram acompanhadas pelos advogados da Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES.
O presidente da Seccional, Homero Junger Mafra, teve participação fundamental durante a ocupação da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales). Foi um dos mediadores entre a Mesa Diretora e os manifestantes, principalmente na noite em que foi realizada a audiência com o juiz Marcelo Loureiro para que fossem acordados os termos da desocupação. A presidente da Comissão de Direitos Humanos, Nara Borgo, também teve importante papel neste processo.
Na auditoria que vem sendo feita no contrato da Rodosol, a OAB-ES está representada pelo ex-presidente da Seccional, o advogado Agesandro da Costa Pereira.
Reforma Política Democrática
A OAB-ES acompanhou a mobilização do Conselho Federal da Ordem em defesa da realização de uma efetiva reforma política no país. Uma das iniciativas foi o encontro promovido na sede da Seccional com representantes dabancada federal capixaba e dos movimentos sociais com o objetivo de buscar apoio para a aprovação do projeto de lei de iniciativa popular elaborado pelo Conselho Federal da OAB, conjuntamente com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a União Nacional dos Estudantes, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e diversas entidades da sociedade civil que integram a “Coalização Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas”.
Transparência
Mais recentemente, em dezembro, por meio da Comissão de Relações Internacionais, a OAB-ES transmitiu uma videoaula sobre acesso à informação pública ministrada pelo diretor do Departamento de Direito Internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA), Dante Maurício Negro Alvarado.
Taxa de marinha
Outra frente de atuação está relacionada à cobrança de taxa de marinha, em VitóriaO Conselho Seccional aprovou intervir na Ação Civil Pública, proposta pelo Ministério Público Federal, em 2006, para extinguir a cobrança de taxa de marinha, foro e laudêmio, na capital.
Em Brasília, o conselheiro seccional José Hildo Sarcinelli Garcia participou de uma audiência com a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, e entregou um memorial elaborado pela Ordem, no qual constam os argumentos jurídicos demonstrando que a cobrança de taxa de terreno de marinha na ilha de Vitória é inconstitucional.
Por meio da Comissão de Direito Aeronáutico, criada em setembro deste ano, a OAB-ES também já se articula para buscar uma saída jurídica que leve à retomada das obras do aeroporto de Vitória.
FALSO ADVOGADO
Com mais de 1.300 denúncias recebidas, Ordem intensifica ações contra fraudes
REESTRUTURAÇÃO
Espaço foi renovado e agora oferece mais conforto, equipamentos e privacidade para o atendimento de advogados e advogadas no Caparaó capixaba.
PRERROGATIVAS EM AÇÃO
Decisão ocorre após apresentação de documentos, sustentação oral e diligência para verificar irregularidades nas condições de custódia.
CAPTAÇÃO IRREGULAR DE CLIENTES
Ação Civil Pública busca impedir o exercício de atividades privativas da advocacia por empresas não habilitadas e combater práticas de concor...