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Publicado em 04 de Dezembro de 2015 • 17:27
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES) entende a gravidade de todos os problemas ocasionados pelo rompimento da barragem em Mariana (MG), que atingiu o Espírito Santo, mas repele veemente a inclusão do seu nome em um documento, sobre o qual não foi consultada, acionando a Organização das Nações Unidas (ONU). A OAB-ES não assinou o documento e lamenta profundamente que seu nome tenha sido incluído.
“A relação da Ordem com a sociedade civil é uma relação franca e aberta. A OAB-ES espera e exige que seja tratada da forma. Nós pedimos e vamos continuar cobrando mais transparência em relação aos laudos e às informações que a população deve ter”, afirmou o presidente da Seccional, Homero Junger Mafra.
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