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Publicado em 26 de Maio de 2011 • 16:31
Já em seu discurso de posse, em janeiro de 2010, o presidente da OAB-ES, Homero Junger Mafra, defendeu a criação da Comissão da Verdade. Segundo o presidente da Seccional, "até hoje o país não se reconciliou com sua história". "Para isso, é preciso que se tenha uma Comissão da Verdade", afirma Mafra. Ele acrescenta: "É preciso que a busca pelos desaparecidos políticos seja contínua, permanente, incessante e não mero ato retórico de governantes que eleitos no tempo da liberdade têm um medo fóbico de enfrentar aqueles que destruíram a democracia em nosso país. Sem esse reencontro necessário com a história, nossa democracia nunca será plena."
Recentemente, no mês de abril, a OAB Nacional também se posicionou em defesa do acesso amplo a dados do passado e a favor da Comissão da Verdade. "Não se pode ter na democracia documentos eternamente sigilosos. É necessário que a sociedade conheça a sua história e, a partir dela, possa corrigi-la e reescrevê-la melhor", afirmou o presidente nacional da Ordem, Ophir Cavalcante.
26/05/2011
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