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Publicado em 26 de Agosto de 2010 • 18:12
A Ordem, que possui uma Comissão Estadual de Combate à Corrupção e à Impunidade, também oficiou a Secretaria Estadual de Segurança Pública (SESP) e a Chefatura da Polícia Civil para que o fato seja apurado.
O episódio foi lamentado pelo presidente da OAB-ES, Homero Junger Mafra: "Me lembrou a campanha de Cabo Camata para o governo, quando soldados da PM chegaram a usar adesivos em coronhas de fuzil. Mas tenho certeza que isso foi só uma triste e lastimável coincidência. Não se pode admitir que qualquer forma de divulgação de qualquer candidato seja utilizada em bens públicos. Estamos oficiando ao secretário da Segurança Pública e ao chefe de polícia para que adotem as providências disciplinares contra os autores do fato que noticiamos. Tudo, é claro, sem prejuízo da comunicação à justiça eleitoral".
26/08/2010
FALSO ADVOGADO
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REESTRUTURAÇÃO
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PRERROGATIVAS EM AÇÃO
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