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Publicado em 03 de Junho de 2016 • 18:07
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a pedido da OAB-ES, oficiou à Corregedoria Geral de Justiça do Espírito Santo para que apure denúncia de violação de prerrogativas, praticado por uma juíza que atua no sul do Estado, por violação das prerrogativas.
Ré no processo, a juíza, de forma agressiva e constrangedora para com os advogados, negou-lhes atendimento.
A OAB-ES atua na defesa desses advogados.
Não satisfeita com a legítima defesa preparada pela OAB para os profissionais, a magistrada chamou os advogados e, na presença das testemunhas, vociferou: “vocês ligaram para a OAB, pois saibam que a OAB está abaixo de mim (neste momento, ela faz um sinal em que aponta para a sola dos pés)." E completou: "Sou uma magistrada, não sou obrigada a atender advogados.”
Sereno e cônscio do importante papel que a OAB tem dentro do processo jurídico e democrático e das orientações dos tribunais superiores, o presidente da Ordem, Homero Junger Mafra, ressaltou que “dizer que não está obrigada a receber advogado é a negação de tudo, inclusive das orientações do CNJ e do STJ sobre o tema.”
FALSO ADVOGADO
Com mais de 1.300 denúncias recebidas, Ordem intensifica ações contra fraudes
REESTRUTURAÇÃO
Espaço foi renovado e agora oferece mais conforto, equipamentos e privacidade para o atendimento de advogados e advogadas no Caparaó capixaba.
PRERROGATIVAS EM AÇÃO
Decisão ocorre após apresentação de documentos, sustentação oral e diligência para verificar irregularidades nas condições de custódia.
CAPTAÇÃO IRREGULAR DE CLIENTES
Ação Civil Pública busca impedir o exercício de atividades privativas da advocacia por empresas não habilitadas e combater práticas de concor...