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Publicado em 14 de Abril de 2011 • 15:39
O presidente nacional da OAB afirmou que é necessário contar com critérios para disciplinar o acesso a documentos considerados sigilosos. Como hoje não existe qualquer critério, a divulgação ou não de determinado documento fica ao sabor de cada governante. "Acabamos todos nós, sociedade, ficando reféns da ausência de uma política de resgate da nossa história. Projetos como esse tem o apoio da OAB, que sempre primou pela garantia das instituições, pela Constituição e, sobretudo, pela defesa da verdade e transparência".
Nessa discussão sobre o acesso a documentos públicos, Ophir afirmou que faz-se necessário que se volte a debater urgentemente a instalação da Comissão da Verdade, em tramitação na Câmara e que tem como objetivo esclarecer fatos da nossa história e exemplos mal sucedidos de endurecimento do regime e de perseguição política no passado. "Essa postura da presidente Dilma indica que há total espaço para que essa questão possa ser debatida, de forma franca e ampla, com o governo e o Parlamento. Precisamos avançar e ter coragem para instalar essa Comissão", finalizou Ophir Cavalcante.
Fonte: OAB Nacional
14/04/2011
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