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Publicado em 07 de Agosto de 2014 • 16:36
O Processo Judicial Eletrônico foi um dos temas em discussão na Semana do Advogado 2014, realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), por intermédio da Escola Superior de Advocacia (ESA), que chamou a atenção dos participantes. O conselheiro federal e presidente da Comissão Especial de Direito da Tecnologia e Informação do Conselho Federal da OAB, Luiz Cláudio Allmemand, ministrou a palestra sobre o PJe, com o tema “O Processo Eletrônico e o Futuro da Advocacia”. Confira as fotos do evento.
Segundo Allemand, a proposta do debate foi discutir o futuro da advocacia, após a implantação do sistema no Brasil.

“Eu abri um diálogo questionando o que vem por aí. O que podemos esperar nos próximos anos com a utilização do novo sistema. Procuro apresentar uma visão muito pessoal do que estou enxergando para o futuro da advocacia brasileira. Os advogados em início de carreira, presentes no evento, podem observar que neste tema ficam em vantagem daqueles mais antigos, porque já nasceram em uma época digital. Mas, ainda assim, é bom estarem atentos às informações, porque a faculdade ainda não transmite essa novidade”, explicou Allemand.
O ciclo de palestras reuniu, no Centro de Convenções de Vitória, mais de 300 advogados e estudantes de direito interessados em debater a temática central do evento, “Advocacia e o Futuro”.
Na abertura do evento, o presidente da OAB-ES, Homero Junger Mafra, criticou a forma como o Processo Judicial Eletrônico vem sendo implantado no país e destacou: “A modernidade apenas como modernidade não nos serve. Nós queremos o novo que sirva efetivamente à promoção da cidadania, que se dá no exercício da advocacia na sua plenitude. Se o processo eletrônico não permite o exercício pleno da advocacia, ele não está pronto para ser implantado como se tenta impor hoje, como os iluminados do CNJ tentam impor aos brasileiros”, afirmou Homero Mafra.
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