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Publicado em 05 de Julho de 2011 • 19:01
Na denúncia encaminhada, o MPES afirma que a violência física foi tamanha que até hoje a vítima não recuperou a totalidade de seus movimentos, sendo submetida, inclusive, a intervenções cirúrgicas. Relata, ainda, que o local onde o detento foi torturado é conhecido como "barbearia".
O presidente da Ordem lembrou que a chamada "barbearia" não possui câmera de vigilância. "É como se propositadamente se criasse um campo cego para a ação daqueles que não respeitam a dignidade da pessoa humana", afirmou. "A existência desses ‘pontos mortos' como a barbearia já foi levada pela OAB ao conhecimento do secretário de Justiça, Ângelo Roncalli." A OAB-ES, no entanto, não sabe se após a comunicação foram instaladas câmeras de vigilância.
Essa denúncia de maus-tratos, especificamente, também já havia sido encaminhada pela Ordem à 2ª Vara Criminal de Viana pela vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES, Nara Borgo.
05/07/2011
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