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Publicado em 29 de Fevereiro de 2016 • 15:08
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), Homero Junger Mafra, recebeu na sede da Seccional na última sexta-feira (26) o presidente do Clube dos Oficiais da Polícia Militar, Major Rogério Fernandes Lima, que apresentou a vontade de aproximação com a OAB-ES e pediu o apoio da Seccional para que o curso de formação para oficial da PM tenha como pré-requisito o bacharelado em direito.
De acordo com o major Rogério, o objetivo de exigir a graduação em direito é fazer com que os oficiais da Polícia Militar estejam mais preparados dentro da carreira jurídica, facilitando o contato com as autoridades e com os cidadãos. “Além de tudo, o fato do oficial ter cursado a faculdade de direito faz com que o custo do Estado seja menor, porque o curso de formação hoje demora três anos, já que mais da metade da carga horária é gasta com matéria jurídica e tendo requisito em bacharel em direito vamos levar a formação para um ano e meio o que é bom para todos”, explicou o major.
A exigência seria somente para o cargo de oficial, porque é quem comanda as ações, quem coordena.
O presidente do Clube dos Oficiais ressalta que o objetivo não tem relação com demanda de carreira jurídica, não é isso que se pede, somente o bacharelado para ingresso como oficial, que já existe em outros estados como em Rio Grande do Sul, Santa Catarina e outros.
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