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Homero Mafra e diretores da OAB-ES prestigiam posse de Ophir Cavalcante

Publicado em 01 de Fevereiro de 2010 • 12:29

Homero Mafra e diretores da OAB-ES prestigiam posse de Ophir Cavalcante
O presidente da OAB-ES, Homero Junger Mafra, prestigiou a sessão de posse administrativa do novo presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, na manhã desta segunda-feira (01º), em Brasília. Também participaram da cerimônia o vice-presidente da Seccional, Apolônio Cometti, o secretário geral, Ben-Hur Farina, a secretária geral adjunta, Flávia Brandão, e o tesoureiro Délio Prates.

Ophir Cavalcante foi eleito presidente nacional da OAB na noite deste domingo (31), em sessão ordinária na sede da entidade e, agora, passa a liderar uma categoria composta de quase 700 mil advogados. Dos 81 conselheiros federais que compõem o colégio eleitoral, 80 votaram. Desses, 79 aprovaram a chapa inscrita e um anulou o seu voto.

Em seu discurso feito na sessão de sua posse administrativa, Ophir Cavalcante, afirmou que não descansará enquanto o advogado continuar vítima de arbitrariedades no exercício da sua vida profissional, tendo, muitas vezes, que responder com a própria vida. "Para que se tenha uma advocacia forte é necessário, imprescindível, que se enxergue o advogado como parte indissociável da justiça. Desrespeitá-lo é também desrespeitar a justiça. É incorrer em crime por abuso de autoridade. O desrespeito à advocacia é crime e a Ordem não pode transigir com a independência e autonomia dos advogados", disse.

O principal ponto destacado entre as bandeiras que defenderá na OAB, além da garantia contra a violação às prerrogativas profissionais do advogado, será a busca por uma Justiça eficiente, que deixe de alimentar a impunidade. Para o novo presidente da OAB, a impunidade é o combustível do descrédito das instituições. "Quando a sociedade descrê de suas instituições - e sobretudo quando descrê da Justiça - rompe-se a linha divisória entre ordem e caos", afirmou Ophir. "Vivemos hoje uma crise moral sem precedentes, com reflexos na cidadania e no exercício profissional. E essa crise tem uma explicação lógica: a impunidade", acrescentou.

Os conselheiros federais representantes do Espírito Santo são Luiz Claudio Allemand, Setembrino Pelissari e Djalma Frasson. Os conselheiros suplentes são: Evandro de Castro Bastos e José Osvaldo Bergi.

 

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