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Publicado em 17 de Junho de 2009 • 18:29
De acordo com a advogada, além da recuperação dos objetos, o inquérito já apontou que o fato já está sendo elucidado, e que está descartada a suspeita de intimidação profissional.
O caso foi acompanhado pela OAB-ES, por meio do secretário-geral André Luiz Moreira, que no dia da invasão foi ao local prestar assistência à profissional e, em reunião no dia seguinte com o chefe da polícia civil, Júlio César Oliveira Silva, fez o pedido para que o caso ficasse sob responsabilidade da delegacia Anti-Sequestro por ter mecanismos mais específicos para investigações do caso específico.
No dia do episódio, a advogada acionou a Seccional e informou sobre o acontecimento, que já chegava a sua terceira incidência em pouco mais de três meses. O escritório da advogada havia sido invadido e pixado com frases ofensivas pessoais e à sua atuação profissional.
REESTRUTURAÇÃO
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