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Publicado em 26 de Outubro de 2014 • 20:17
Nessa eleição, algumas vezes brinquei, discuti muito, disse de meu voto. Fechadas as urnas, temos que respeitar a vontade da maioria. Mínima, mas maioria.
Respeitar a vontade das urnas - muito mais importante que nossos desejos individuais - é o que nos cabe, como cidadãos, advogados e dirigentes de Ordem.
Olhando pra frente, temos dois trabalhos: combater os arroubos autoritários e os desejos golpistas, se vierem.
As urnas, uma vez apuradas, sem denúncias de fraude, nos representam a todos.
Nossas escolhas individuais pertencem ao passado: somos advogados. E como advogados nosso compromisso é com a democracia e a vontade popular.
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