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Advogados qualificam positivamente iniciativa da ESA/OAB-ES com cursos sobre o novo CPC

Publicado em 15 de Maio de 2015 • 17:31

Advogados qualificam positivamente iniciativa da ESA/OAB-ES com cursos sobre o novo CPC

“Quero participar dos próximos cursos que forem disponibilizados pela Escola Superior de Advocacia da OAB-ES sobre o novo CPC. As aulas são essenciais para nossa atualização sobre as mudanças no texto”, enfatizou o advogado Ronaldo Pavan, depois de participar do Módulo IV do curso Aspectos Polêmicos do Novo Código de Processo Civil, realizado esta semana.

Ele ressaltou, ainda, que gostou muito das exposições dos palestrantes e pontuou a fala sobre os processos não principais. “Acredito ser bastante positiva a mudança no CPC sobre a contestação que podemos arguir às preliminares em um único processo e a ascensão de competência na própria contestação. Isso deve adiantar e diminuir o trabalho para os servidores.”

A advogada Aline Maria Quarto Silva, que também esteve presente no Módulo IV e nos anteriores, afirmou que as palestras superaram suas expectativas, porque foram extremamente explicativas. “As falas sobre tutela de urgência, que o palestrante também englobou tutela de evidência, tanto na tutela antecipado, quanto cautelar, foi interessantíssima.”

Para a advogada Caroline Dalla Bernardina Furtado de Lemos, a abertura para as perguntas gerou uma discussão bem proveitosa.

No Módulo IV foram abordados os temas sobre tutela de urgência, o saneamento do processo e intervenção de terceiros no CPC/15.

A ESA vem realizando vários cursos para contribuir com a atualização dos advogados e outros cursos serão preparados.

“Sabemos que os advogados terão um ano para se adaptar ao novo CPC até que entre em vigor, mas é preciso que se preparem e estejam aptos a atuar de acordo com suas mudanças. Temos que entender que o CPC não vai influenciar somente o processo civil, mas também o processo do trabalho, eleitoral, penal, que se aplicam subsidiariamente. Queremos fazer uma sequência de cursos a cada mês sobre isso, contendo aspectos com influência do CPC”, explicou Rodrigo Mazzei.

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