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Publicado em 07 de Novembro de 2012 • 16:58

O Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES) foi palco da palestra ministrada pela conselheira da OAB-SE, Roseline Rabelo de Morais Assis, sobre o Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT), na noite desta terça-feira (06). A advogada Roseline participou da instauração do programa em Sergipe.
A capacitação contou com vários advogados interessados em obter informações sobre o novo sistema. Os profissionais receberam orientações sobre o funcionamento do PJe e aprenderam como operar na prática o programa. A palestrante enfatizou que o primeiro passo para utilizar o sistema é fazer a certificação digital. Sem ela, não é possível trabalhar com o programa.
Para a advogada Gabriela Casati Ferreira Guimarães, que participou da capacitação, o PJe é uma necessidade e uma realidade irreversível. “É preciso se adequar a essa nova realidade e para isso temos que nos capacitarmos. Existem muitas coisas específicas no sistema que ainda não sabemos de que forma trabalhar, por isso a importância de uma palestra como essa. Podemos tirar dúvidas e sanar muitas questões”.
Também nesta terça-feira (06) os advogados de Guarapari e das cidades que pertencem à 4ª Subseção passaram pela capacitação. Nesta quarta-feira (07) foi a vez dos profissionais de Venda Nova do Imigrante. Na cidade, o curso aconteceu das 9h30 às 12h30, no Auditório da Justiça Estadual.
O Processo Judicial Eletrônico (PJe) é um sistema nacional de processo sem papel, que tramita exclusivamente pela internet. Inicialmente, foi desenvolvido para atender as necessidades da Justiça Federal, no TRF da 5ª Região (PE). A decisão de adotá-lo como modelo para todo o Judiciário partiu do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que vem buscando a padronização dos mais de 40 tipos de processo eletrônico espalhados pelo país.
No Espírito Santo o Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) começou a funcionar no dia 03 de outubro no Tribunal Região do Trabalho da 17ª Região (TRT-ES). Inicialmente, o sistema será utilizado na segunda instância e nas duas varas de Guarapari.
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