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Publicado em 15 de Abril de 2014 • 15:07

A advogada Tatiana Teubner Guasti, membro da Comissão de Especial de Relações Internacionais da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), foi selecionada para ocupar uma vaga na Fellowship Romulo Gallegos da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), órgão encarregado da promoção e proteção dos direitos humanos no continente americano.
Tatiana Guasti já está atuando na aplicação dos mecanismos de proteção do sistema interamericano. O programa do qual está participando tem a duração de aproximadamente onze meses.
De acordo com a advogada, este ano três advogados foram selecionados. Ela é a representante brasileira, além de uma mexicana e um cubano.
Para o presidente da Comissão, o conselheiro seccional Giulio Cesare Imbroisi, é extremamente gratificante ter como membro do grupo uma advogada tão atuante e competente. “Imagine que na Comissão, quase todos os profissionais têm formação especializada concluída no exterior. Os fatores qualidade, competência, dedicação, interesse e conhecimento profundo dos temas que cercam uma Comissão de Relações Internacionais têm um peso muito grande nos resultados, consequentemente, nas metas planejadas. Não só a advogada Tatiana, mas os outros membros da Comissão também têm plena e total capacitação para exercer alguma função inerente à sua formação em organismos internacionais”, enfatizou Giulio Imbroisi.
Ele reitera: “A maioria dos advogados da Comissão têm formação em universidades de Portugal, França, Alemanha, Austrália, Itália, Espanha e outros países. Sinto-me realizado em presidir uma Comissão com membros de tamanha qualidade e competência.”
A advogada Tatiana Guasti falou sobre sua participação no órgão da OEA. “Está sendo uma experiência muito gratificante profissionalmente, pois tenho contato diário com casos envolvendo diferentes violações de direitos humanos. Isso me permite ter uma visão ampla do sistema interamericano de direitos humanos, e me permite também aprender quais medidas devem ser adotadas em cada caso especifico. Recentemente, na 150ª Sessão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington-DC, estive presente em uma sessão envolvendo o Estado brasileiro, que foi sobre "Situación del derecho de acceso a la justicia y suspensión de decisiones judiciales (ação de suspensão de segurança) en Brasil.”
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