Presidentes da OAB Acre e OAB São Paulo encerram o II Encontro da Jovem Advocacia Capixaba

Os trabalhos do II Encontro da Jovem Advocacia Capixaba foram finalizados pelo presidente da OAB São Paulo, Marcos da Costa, e presidente da OAB Acre, Marcos Vinícius Jardim Rodrigues, que passou um pouco de sua experiência, sua trajetória de jovem advogado à presidência da Ordem.

“Fui o primeiro presidente da Comissão da Jovem Advocacia do Acre e nós jovens advogados trabalhamos muito para conquistar a instituição da OAB Acre. Não tínhamos Caixa de Assistência, Tribunal de Ética ou Regimento Interno. Nossa instituição tem apenas 10 anos. Nós não conseguíamos entrar em uma delegacia de polícia, porque não tínhamos atuação de prerrogativa”, enfatizou.



Marcos Vinícius falou ainda que “foram períodos sombrios e que tiveram consequência em várias gerações. Hoje a OAB Acre é uma Ordem muito jovem, com ocupantes de comissões com média de 30 anos de idade. E os jovens advogados trabalham de forma muito efetiva. Na OAB Acre nossa sala nunca fica fechada para a advocacia. Precisamos fortalecer cada vez mais nossa instituição. Não aguentamos mais ver traída nossa fé por nossos gestores púbicos. A OAB tem o dever de lutar pela manutenção da defesa de princípios”, salientou.

Veja a declaração do presidente da OAB Acre

Já o presidente da OAB São Paulo iniciou sua exposição falando de sua admiração pelo presidente da OAB-ES, Homero Mafra, dizendo que “o presidente Homero representa aquilo que é ser advogado, defensor das grandes causas, advogado combativo, criminalista. Tem em seu sangue DNA da advocacia, mesmo quando enfrenta causas que não têm a simpatia da sociedade, mas sabe a importância da defesa, assegurando o direito ao devido processo legal.”


Marcos da Costa palestrou sobre a advocacia como instrumento da transformação social dizendo que “o futuro do nosso país está na mão da jovem advocacia. Não há na história do nosso país uma classe onde a sociedade deposita e depositará suas esperanças que não na advocacia, que não se deixa levar por movimentos populistas. Os avanços que o Brasil teve da Constituição pra cá todos se deram pelas mãos da OAB, inclusive o mínimo de republicano no nosso período eleitoral se deve a Ordem, foi a Ordem que propôs a ação no STF que proibiu o financiamento de campanhas por pessoas jurídicas e outros tantos atos que nasceram da Ordem. ”

Veja o depoimento do presidente da OAB São Paulo 

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