Advocacia jovem lota auditório em curso de iniciação à profissão

"A realidade transcende o que vemos nos livros". A fala do secretário geral da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Espírito Santo (OAB-ES), Ricardo Brum, na abertura do Curso de Iniciação à Advocacia, resume a importância do evento promovido pela Comissão Estadual da  Advocacia em Início de Carreira (CEAIC) nesta sexta-feira (9), no auditório da Seccional, ao qual compareceram 120 advogados e advogadas. A secretária geral adjunta, Érica Neves, também participou da abertura.

Como ressalta Ricardo Brum, ao entrar efetivamente no mercado de trabalho a advocacia se depara com questões que não são vistas na faculdade, e que fazem toda a diferença para ter sucesso na profissão. "É preciso aprender a se comportar em uma audiência, a negociar valores com os clientes, entre outras questões da vida real. E isso todos saímos da faculdade sem saber.  Por isso esses cursos são tão importantes, é uma troca de experiências voltada para a prática da advocacia", observa. 
 
A presidente da CEAIC, Natálya Assunção, lembra que o curso será disponibilizado em todas as 17 Subseções da Ordem no Estado ainda neste ano. Os próximos treinamentos, que estão com inscrições abertas, serão em Alegre e Nova Venécia.

Clique aqui para fazer sua inscrição nos cursos de Alegre e Nova Venécia

O conteúdo abrange Atendimento ao Cliente; D​ireitos e Prerrogativas da Advocacia; ​Sociedades de Advogados; ​Oratória; ​Prática Cível; Prática Criminal​; Prática Trabalhista​ e ​Marketing Jurídico e Publicidade, com palestras de 9h às 18h.
No curso realizado nesta sexta-feira, os jovens advogados e advogadas aprenderam, por exemplo, sobre a importância de ouvir o cliente e o que fazer ao se deparar com os pequenos entraves ao trabalho no dia a dia, como as violações de prerrogativas.

Opiniões 

O advogado Diogo Alessandro tem 27 anos, atua há três em escritório de advocacia e participou do curso. Para ele, os temas abordados fazem a diferença para quem acabou de sair da faculdade. "Principalmente se o recém-formado não chegou a passar por estágio em algum escritório, para ter noção de como fazer uma petição inicial, de como atender um cliente", disse. 

Para Suhelen Nunes, 33, que acabou de receber a carteira da Ordem, o curso atendeu as expectativas de ser uma ponte entre a teoria do que é aprendido em sala de aula e a realidade do mercado. "Adorei o curso, agregou muitos conhecimentos interessantes e úteis sobre a prática da advocacia", elogiou. 

Já a advogada Valéria Andrade, 50, sempre atuou na área de gestão, mas se formou há três anos em Direito e agora quer abraçar a carreira da advocacia. "Para mim o curso foi um estímulo para mergulhar nessa nova carreira, e ter a certeza que é isso mesmo o que quero.  Aprendi muito", ressaltou.

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