OAB-ES repudia novos casos de tortura no Espírito Santo

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES, Verônica Bezerra condenou casos de tortura. Foto: Divulgação.
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES, Verônica Bezerra condenou casos de tortura. Foto: Divulgação.

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), Verônica Bezerra, em entrevista para o jornal Fala Manhã, da TV Vitória desta quarta-feira (10), repudiou as recentes denúncias de torturas físicas e psicológicas praticadas pela Polícia Militar no Espírito Santo.

As denúncias foram feitas pela Defensoria Pública do Espírito Santo, que apresentou relatório elaborado com base nas Audiências do Custódia realizadas pelo Poder Judiciário. Foram 112 relatos de tortura registrados na Grande Vitória durante audiências de custódia. Essas práticas expõem o nome de 189 policiais, sendo 13 deles mencionados pelo menos duas vezes. Quase todos os casos (99,11%) tiveram algum tipo de agressão física. Uma delas, inclusive, culminou em morte.

Veja a denúncia na íntegra

 “A tortura ainda existe no Brasil e no Espírito Santo. A Comissão de Direitos Humanos também recebe esses relatos. É preciso jogar luz e lupa. A Defensoria fez isso e apontou caminhos para a solução do problema. Ninguém merece ser agredido e torturado. Se uma pessoa cometeu um ato considerado criminoso, ela deve ser responsabilizada nos parâmetros da Constituição Federal”, declarou Verônica Bezerra. 

VEJA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

 

 

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